quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Livro: Os 8 Ps do Marketing Digital


Para você que deseja conhecer e entender melhor o mundo do Marketing Digital, o livro "Os 8 Ps do Marketing Digital", de Conrado Adolpho, é item obrigatório na sua estante!

Não lembro ao certo o por que resolvi ir ao lançamento deste livro, acho que vi algum comentário no Facebook ou Twitter. Sempre me interessei pelo Google, e como nas edições anteriores o título do livro era "Google Marketing", eu já tinha uma pequena ideia do que se tratava. Muito pequena a ideia que eu tinha!


O livro
É dividido muito didaticamente de forma que o leitor é envolvido em todo este contexto da internet, com casos de sucesso, histórias da internet, dados importantes, tendências econômicas (economia dos Bits), entre outros assuntos.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Quem disse que ninguém abre e-mail Marketing?


Em junho de 2011, o total de usuários ativos chegou a 45,6 milhões de pessoas, no universo trabalho e domicílios, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 34,6 milhões, ou 76,1%, navegaram em sites de e­mail. Nos últimos meses, o índice de internautas usuários de webmail vem se mantendo acima dos 76%. A média de tempo e de páginas vistas por pessoa nesses sites também continua estável, mostrando que a utilização de correio eletrônico não foi prejudicada com a popularização de outras ferramentas de comunicação online. 

Em junho de 2010, cada uma das 31,4 milhões de pessoas que entraram em sites de e­mail naquele mês abriu em média 303 páginas por um tempo somado no mês de
2h25 min. Um ano depois, o tempo foi de 2h30min e a média individual de páginas vistas foi de 328. 

Considerando somente os internautas residenciais, o uso de e­mail também não está diminuindo, com os dados dos últimos anos alternando entre crescimento e estabilidade. Em junho de 2003, 67,2% dos internautas navegavam em sites de correio eletrônico e somavam no mês uma média de cerca de 50 minutos e de cem páginas por pessoa.

Em junho de 2011, a média de páginas praticamente dobrou e o tempo individual foi superior a uma hora e meia.

As pessoas que mais usam e­mail no Brasil são os adultos. Em junho de 2011, a faixa de 25 a 49 anos de idade representou quase 60% dos usuários de webmail. De todas as pessoas que usaram a internet no trabalho ou em domicílios no mês, 80,7% eram da faixa de 25 a 34 anos.

E esse uso de e­mail concentrado entre os adultos também se repete, quando se analisa somente a internet em residências.  Enquanto continua forte, no Brasil, o uso de webmail começou a diminuir nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Suíça e na Alemanha.
Ainda assim, cresce também em países como Itália e Japão.  Na França e na Austrália continua estável.

Fonte: ProXXIma

[Resumindo: Se o seu consumidor se enquadra neste perfil de 25 a 49 anos, que utiliza a internet em casa, seu melhor canal de comunicação ainda é o E-mail ou Newsletter]

Entretenimento, Tecnologia e Educação são os assuntos mais publicados



Fonte: ProXXIma

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Visão de Raio-X: Como facilitar a leitura do seu consumidor?




Ao contrário do que algumas pessoas pensam, a Internet não é como um livro. Isso significa que se você escrever um bloco de texto, longo e monótono, as pessoas vão simplesmente ignorar você e sua mensagem.
Os usuários de Internet são naturalmente multi-tarefas. É provável que naveguem no seu site enquanto editam um documento no Word, conversam com amigos no MSN ou qualquer outra tarefa. Como resultado, eles precisam filtrar e escanear informações no seu site facilmente. Caso contrário, pulam para qualquer outra página.
Por isso tornar seu conteúdo em algo escaneável [passar o olho e entender sem precisar ler com total atenção] é essencial. Listamos 6 passos para você conseguir chegar lá:

domingo, 2 de outubro de 2011

GOOGLE - sua história e lições de Brading

 

“O declínio das marcas”, “a grande diluição das marcas”, “a bolha das marcas”, esses são apenas alguns títulos de textos e artigos que pregam, em tom muitas vezes “apocalíptico”, uma espécie de fim da era do branding ou das marcas, a partir da aparição da internet e sua rede dialógica.


A razão desse declínio, na visão de alguns desses “profetas”, pode ser assim sintetizada: a internet e suas plataformas interativas acabam, dentre outras coisas, com o controle centralizado e unidirecional que as marcas exercem sobre a percepção dos consumidores e demais públicos
    
Em vez de contrapor argumentos a esses discursos e análises, o propósito aqui é examinar um pouco da trajetória do Google, uma marca surgida exatamente no coração da internet e que se transformou numa das mais fantásticas, bem construídas e poderosas experiências de branding do mundo contemporâneo. 


A nosso ver, o Google conjuga, com maestria, consistência e inovação, os mais importantes fundamentos da gestão de marcas com as novas exigências do contexto tecnológico e simbólico das trocas sociais mediadas pela internet. Em outras palavras, a experiência do Google, longe do fim do branding, significa, sim, o princípio de um novo ciclo de abordagem e administração das marcas, agora num contexto de maior transparência, interação e amplitude. Por isso, vale aprender algumas lições. Vamos a elas:  


1. Missão do tamanho da Internet - A marca Google nasce com uma missão clara e absolutamente necessária diante dos desafios da complexidade do espaço virtual. “Organizar as informações do mundo todo e torná-las acessíveis e úteis em caráter universal”. Com o tempo, o Google vai se firmando como um “oráculo” diante da quantidade infinitesimal de conhecimento e informação disponível na world wide web. A despeito de toda a evolução da rede e do próprio Google, essa missão nunca foi abandonada e vira algo tão forte e incorporado, que é impossível imaginar o mundo virtual sem a “bússola” orientadora dessa marca. 
     
2. Promessa e entrega em tempo real - O Google, desde que entra em cena, pratica aquilo que é o desafio supremo das marcas em todos os tempos: entregar exatamente o que é prometido. Só que o Google faz isso em real time e possibilitando a comparação com outras marcas, no ambiente totalmente aberto e transparente da internet. É assim que o Google bate Yahoo, Excite e tantos outros players e se implanta como “o” site de busca e umas das marcas com maior brand equity e capacidade de expansão da atualidade.     
     
3. Convencimento sem persuasão - Desde a sua fundação, o Google não faz propaganda explícita de si mesmo. Resistiu também à tentação de simplesmente “comprar” uma fatia de mercado – praxe entre as empresas de tecnologia na época. Diferentemente, o Google investiu em novas tecnologias, aprimoramento de produtos, relacionamento com usuários e early adopters. Assim, as pessoas foram se convencendo, sem o apelo da publicidade, que o site merecia a preferência. Houve “anúncios” aqui ou ali, mas sempre de uma maneira tão inteligente que parecia conteúdo. Atualmente, o Google se rendeu à propaganda e partiu até para a TV.


4. Ouvindo e compartilhando de fato - o Google pratica o diálogo e o compartilhamento (palavra de ordem da nascente cultura de comunicação da era virtual) a partir do serviço que presta. Como uma esfinge do nosso tempo, o site apenas registra, naquele espaço de sua homepage, a “pergunta” do internauta. Velozmente, surge uma gama de respostas, deixando para quem consulta o direito de escolher a informação desejada. Sem interferências e opiniões. Mais ainda, o Google não faz nada – do layout da página inicial aos novos recursos de seus aplicativos –, sem consultar seus usuários. Sem dúvida, é uma marca compartilhada.


5. A força que vem de dentro - Muitas empresas ainda pensam que a internet é ideal para se criar uma “bela marca de fachada”. O Google não procede assim. Dentre outros atributos, a organização se tornou famosa por ter uma política de RH extremamente estimulante e motivadora, com tempo livre para projetos pessoais, ambiente de trabalho diferenciado, busca permanente de talentos e integração de parceiros empreendedores. Ou seja, quem trabalha no Google gosta e vira um verdadeiro “embaixador” da empresa. Como as melhores marcas, Google não é um “tapume” digital. 


6. Uma marca única e diversificada - O Google se relaciona com diferentes tipos de usuários e agentes, sempre procurando contemplar os diversos interesses que esse universo reúne. Além de um portifólio de serviços em expansão (mapas, imagens, e-mail, notícias etc), o Google se desdobra em várias ações: cursos online e offline, eventos de integração, ações de promoção, revista para anunciantes, campanhas e muitas outras iniciativas. O impressionante é que isso é feito sem fragmentar ou partir a marca em mil pedaços. O Google consegue diversificar e continuar único. 


7. Sem medo de acertar e errar - Outro ingrediente importante do Google é sua predisposição ao movimento e à inovação. É o que os teóricos chamam de “instabilidade adaptativa” das organizações modernas. O Google faz isso sem medo de errar e de dizer quando erra. Wave, Buzz e Orkut são exemplos de tentativas não tão acertadas, ao lado de tantas outras exitosas – como aquela brincadeira inusitada com a própria logomarca. O fundamental é que o Google está sempre inovando, mas faz isso sem jogar fora o “saldo médio” de confiança acumulado ao longo dos anos. 


8. Conectado com o bom humor - Construir e manter uma marca como Google não é trabalho fácil. Ainda mais lidando com tantos usuários, culturas, linguagens, governos e outras diferenças que estão condensadas no mundo globalizado da internet. Mas o Google opera sempre com uma leveza, uma simplicidade e um bom humor que viraram traços da marca. Mensagens engraçadas, ferramentas acessíveis, presentinhos para os usuários e mil outras brincadeiras. O Google alia muito bem o lado geek da engenharia com a comunicação agradável e colorida dos novos tempos. Isso está na alma da marca Google. 


9. I’m feeling lucky (Ou quem procura, acha) - Mais do que uma missão definida, o Google – como as boas marcas – sempre teve estratégia e visão de longo prazo. Considerando-se que a empresa tem apenas 10 anos, é impressionante como ela vem crescendo de forma consistente, operando num setor altamente dinâmico e de difícil previsibilidade. Isso acontece porque o Google sempre olha adiante em termos de tecnologia, mercados (África é um caso) e ativos ( Youtube e Android, por exemplo). A marca, que não acredita apenas na sorte e tem metas ambiciosas, sabe que o jeito mais simples de prever o futuro é participando da sua construção.

10. Respeito que gera resultados - Uma das mais determinantes características da marca Google é o profundo respeito pelos interesses de usuários, anunciantes, publicadores e demais envolvidos na busca e consumo de informações. Quando decide não preencher a sua página inicial de anúncios, quando promove links de anunciantes para o topo da lista, quando compartilha receita com publicadores de conteúdo ou quando não pratica spam, o Google está contemplando os interesses de todas as partes envolvidas no processo e isso faz com que marca seja de fato parceira e gere resultados para todos. 


Bem, essas são algumas lições que o Google tem dado de como “reinventar” o branding na era da internet. Ao contrário do que pregam os “apocalípticos”, o Google tem demonstrado que esses novos tempos são mais do que propícios para construir e sustentar uma nova marca. E o segredo para enfrentar tal desafio é nunca deixar de lado as bases de confiança, credibilidade, abertura, inteligência e compromisso que orientam os relacionamentos de toda grande marca, em qualquer tempo. 


Justamente por acreditar tanto nessa fusão do moderno com o “eterno”, do novo com o perene, da revolução com a evolução, a marca Google saiu do zero, em 1999, para estar hoje em rankings da Interbrand ou Brand Finance, entre as marcas mais valiosas do mundo, ao lado de legendas com Coca-Cola, Disney, Walmart, Microsoft e outras. O Google é isso, algo que nem os seus críticos conseguem negar: uma marca feita para durar, em pleno tempo de mudanças.  


Fonte: Mundo do Marketing