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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Como a Revolução Digital está transformando os costumes dos executivos de marketing?


A IBM realizou um estudo muito bacana sobre a revolução das mídias sociais no mercado mundial e a reação dos Diretores de Marketing quanto as mudanças. No mundo até que as mudanças são aceitas, mas nas Pequenas e Médias empresas do Brasil a aceitação com certeza será bem menor.

Segundo o estudo, a maioria dos Diretores de Marketing reconhece que existe uma mudança crítica e desafiadora no setor, mas não se sentem preparados para gerenciar esta transformação.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Indicadores do Mercado Digital no Brasil

Dados muito importantes e interessantes sobre a Internet e outros veículos de informação utilizados no Brasil.Indicadores de mercado (iab brasil)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O que é necessário para construir um negócio digital?


Teclado com ferramentas
Quais os recursos mínimos necessários para criar um negócio digital?
Respondido por Fernando de La Riva, especialista em negócios digitais

Criar um negócio digital hoje é muito mais fácil (e cerca de dez vezes mais barato) do que na época da primeira bolha de internet, no final da década de 1990.

domingo, 2 de outubro de 2011

GOOGLE - sua história e lições de Brading

 

“O declínio das marcas”, “a grande diluição das marcas”, “a bolha das marcas”, esses são apenas alguns títulos de textos e artigos que pregam, em tom muitas vezes “apocalíptico”, uma espécie de fim da era do branding ou das marcas, a partir da aparição da internet e sua rede dialógica.


A razão desse declínio, na visão de alguns desses “profetas”, pode ser assim sintetizada: a internet e suas plataformas interativas acabam, dentre outras coisas, com o controle centralizado e unidirecional que as marcas exercem sobre a percepção dos consumidores e demais públicos
    
Em vez de contrapor argumentos a esses discursos e análises, o propósito aqui é examinar um pouco da trajetória do Google, uma marca surgida exatamente no coração da internet e que se transformou numa das mais fantásticas, bem construídas e poderosas experiências de branding do mundo contemporâneo. 


A nosso ver, o Google conjuga, com maestria, consistência e inovação, os mais importantes fundamentos da gestão de marcas com as novas exigências do contexto tecnológico e simbólico das trocas sociais mediadas pela internet. Em outras palavras, a experiência do Google, longe do fim do branding, significa, sim, o princípio de um novo ciclo de abordagem e administração das marcas, agora num contexto de maior transparência, interação e amplitude. Por isso, vale aprender algumas lições. Vamos a elas:  


1. Missão do tamanho da Internet - A marca Google nasce com uma missão clara e absolutamente necessária diante dos desafios da complexidade do espaço virtual. “Organizar as informações do mundo todo e torná-las acessíveis e úteis em caráter universal”. Com o tempo, o Google vai se firmando como um “oráculo” diante da quantidade infinitesimal de conhecimento e informação disponível na world wide web. A despeito de toda a evolução da rede e do próprio Google, essa missão nunca foi abandonada e vira algo tão forte e incorporado, que é impossível imaginar o mundo virtual sem a “bússola” orientadora dessa marca. 
     
2. Promessa e entrega em tempo real - O Google, desde que entra em cena, pratica aquilo que é o desafio supremo das marcas em todos os tempos: entregar exatamente o que é prometido. Só que o Google faz isso em real time e possibilitando a comparação com outras marcas, no ambiente totalmente aberto e transparente da internet. É assim que o Google bate Yahoo, Excite e tantos outros players e se implanta como “o” site de busca e umas das marcas com maior brand equity e capacidade de expansão da atualidade.     
     
3. Convencimento sem persuasão - Desde a sua fundação, o Google não faz propaganda explícita de si mesmo. Resistiu também à tentação de simplesmente “comprar” uma fatia de mercado – praxe entre as empresas de tecnologia na época. Diferentemente, o Google investiu em novas tecnologias, aprimoramento de produtos, relacionamento com usuários e early adopters. Assim, as pessoas foram se convencendo, sem o apelo da publicidade, que o site merecia a preferência. Houve “anúncios” aqui ou ali, mas sempre de uma maneira tão inteligente que parecia conteúdo. Atualmente, o Google se rendeu à propaganda e partiu até para a TV.


4. Ouvindo e compartilhando de fato - o Google pratica o diálogo e o compartilhamento (palavra de ordem da nascente cultura de comunicação da era virtual) a partir do serviço que presta. Como uma esfinge do nosso tempo, o site apenas registra, naquele espaço de sua homepage, a “pergunta” do internauta. Velozmente, surge uma gama de respostas, deixando para quem consulta o direito de escolher a informação desejada. Sem interferências e opiniões. Mais ainda, o Google não faz nada – do layout da página inicial aos novos recursos de seus aplicativos –, sem consultar seus usuários. Sem dúvida, é uma marca compartilhada.


5. A força que vem de dentro - Muitas empresas ainda pensam que a internet é ideal para se criar uma “bela marca de fachada”. O Google não procede assim. Dentre outros atributos, a organização se tornou famosa por ter uma política de RH extremamente estimulante e motivadora, com tempo livre para projetos pessoais, ambiente de trabalho diferenciado, busca permanente de talentos e integração de parceiros empreendedores. Ou seja, quem trabalha no Google gosta e vira um verdadeiro “embaixador” da empresa. Como as melhores marcas, Google não é um “tapume” digital. 


6. Uma marca única e diversificada - O Google se relaciona com diferentes tipos de usuários e agentes, sempre procurando contemplar os diversos interesses que esse universo reúne. Além de um portifólio de serviços em expansão (mapas, imagens, e-mail, notícias etc), o Google se desdobra em várias ações: cursos online e offline, eventos de integração, ações de promoção, revista para anunciantes, campanhas e muitas outras iniciativas. O impressionante é que isso é feito sem fragmentar ou partir a marca em mil pedaços. O Google consegue diversificar e continuar único. 


7. Sem medo de acertar e errar - Outro ingrediente importante do Google é sua predisposição ao movimento e à inovação. É o que os teóricos chamam de “instabilidade adaptativa” das organizações modernas. O Google faz isso sem medo de errar e de dizer quando erra. Wave, Buzz e Orkut são exemplos de tentativas não tão acertadas, ao lado de tantas outras exitosas – como aquela brincadeira inusitada com a própria logomarca. O fundamental é que o Google está sempre inovando, mas faz isso sem jogar fora o “saldo médio” de confiança acumulado ao longo dos anos. 


8. Conectado com o bom humor - Construir e manter uma marca como Google não é trabalho fácil. Ainda mais lidando com tantos usuários, culturas, linguagens, governos e outras diferenças que estão condensadas no mundo globalizado da internet. Mas o Google opera sempre com uma leveza, uma simplicidade e um bom humor que viraram traços da marca. Mensagens engraçadas, ferramentas acessíveis, presentinhos para os usuários e mil outras brincadeiras. O Google alia muito bem o lado geek da engenharia com a comunicação agradável e colorida dos novos tempos. Isso está na alma da marca Google. 


9. I’m feeling lucky (Ou quem procura, acha) - Mais do que uma missão definida, o Google – como as boas marcas – sempre teve estratégia e visão de longo prazo. Considerando-se que a empresa tem apenas 10 anos, é impressionante como ela vem crescendo de forma consistente, operando num setor altamente dinâmico e de difícil previsibilidade. Isso acontece porque o Google sempre olha adiante em termos de tecnologia, mercados (África é um caso) e ativos ( Youtube e Android, por exemplo). A marca, que não acredita apenas na sorte e tem metas ambiciosas, sabe que o jeito mais simples de prever o futuro é participando da sua construção.

10. Respeito que gera resultados - Uma das mais determinantes características da marca Google é o profundo respeito pelos interesses de usuários, anunciantes, publicadores e demais envolvidos na busca e consumo de informações. Quando decide não preencher a sua página inicial de anúncios, quando promove links de anunciantes para o topo da lista, quando compartilha receita com publicadores de conteúdo ou quando não pratica spam, o Google está contemplando os interesses de todas as partes envolvidas no processo e isso faz com que marca seja de fato parceira e gere resultados para todos. 


Bem, essas são algumas lições que o Google tem dado de como “reinventar” o branding na era da internet. Ao contrário do que pregam os “apocalípticos”, o Google tem demonstrado que esses novos tempos são mais do que propícios para construir e sustentar uma nova marca. E o segredo para enfrentar tal desafio é nunca deixar de lado as bases de confiança, credibilidade, abertura, inteligência e compromisso que orientam os relacionamentos de toda grande marca, em qualquer tempo. 


Justamente por acreditar tanto nessa fusão do moderno com o “eterno”, do novo com o perene, da revolução com a evolução, a marca Google saiu do zero, em 1999, para estar hoje em rankings da Interbrand ou Brand Finance, entre as marcas mais valiosas do mundo, ao lado de legendas com Coca-Cola, Disney, Walmart, Microsoft e outras. O Google é isso, algo que nem os seus críticos conseguem negar: uma marca feita para durar, em pleno tempo de mudanças.  


Fonte: Mundo do Marketing

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Os consumidores da internet separados em três grupos



Os usuários da internet que realizam pesquisas online apresentaram três padrões de comportamento distintos, segundo novo trabalho realizado pela About.com em colaboração com a Latitude. Os comportamentos pelo estudo intitulado “Three Mindsets of Search” são “responda me”, “eduque-me” e “inspire-me”.
O estudo combinou metodologias quantitativas e qualitativas para explorar o ambiente do mercado de buscas e os padrões de consumo de seus clientes
Responda-me (46% de todas as buscas) – Pessoas deste subgrupo buscam exatamente aquilo que os termos de sua pesquisa correspondem e nada mais, devendo suas buscas serem as mais diretas o quanto possível. As principais categorias de pesquisa buscadas por estes consumidores são entretenimento, moda e estilo & beleza.
Eduque-me (26% de todas as buscas): clientes deste tipo necessitam de 360 graus de entendimento, e muitas perspectivas em tópicos importantes. Eles pesquisarão até atingir o seu objetivo – o que poderá demorar e passar por diversos sites relacionados ao assunto. As principais categorias que estes indivíduos buscas são saúde e finanças.
Inspire-me (28% de todas as buscas): o tipo de buscas divertidas, onde as pessoas buscam por surpresas, tem as mentes abertas e precisam ser levadas.
” Os comportamentos, necessidades e preferências dos consumidores no mundo offline os levam a ter determinados comportamentos e preferências online”, afirmou Laura Salant, diretora de pesquisas da About.com. “Entender como o comportamento humano afeta os padrões de busca pode ajudar os comerciantes a compreender e se conectar com consumidores que usam seus produtos. Entender a fórmula correta para a sua marca é muito importante para que alcance seus clientes de forma relevante”.
Ao entender os diversos padrões de busca, os vendedores poderão se conectar melhor com cada tipo de consumidor.

Montar o layout de acordo com a necessidade de cada grupo
Para capitalizar com consumidores do grupo responda-me, os benefícios dos produtos devem ser destacados na frente e no centro de sua página, além de disponibilizar conteúdos de rápido entendimento. 


Para os consumidores eduque-me, é essencial criar mensagens informativas, também provendo uma maneira de aprender mais sobre estes tópicos sob diversos ângulos e aliando com conteúdo presente em pesquisas e demais fontes. 


Para o grupo inspire-me, os vendedores podem aliar conteúdo que inspire criatividade e ofereça diversas escolhas. Apenas diversas idéias não são suficientes, pois estes consumidores demandam conteúdo inspirativo em vários formatos sobre o mesmo tópico o tanto quanto for possível excitar a sua imaginação.


“Estes resultados oferecem conselhos para que comerciantes entendam melhor e valorizem ideias de acordo com a forma com que os consumidores fazem buscas na rede”, afirmou Tracy Raises, vice presidente sênior de vendas da About.com. “o estudo The Three Mindsets of search aumentou o conhecimento de como os consumidores realizam suas buscas. é uma oportunidade real para que os comerciantes pensem sobre as campanhas sob uma nova luz”.
Fonte: eCommerce
[Essa forma de segmentar os usuários de internet é muito importante para atingir de formar mais eficaz seus consumidores. Organize seus publico-avo desta forma, vamos ver os resultados depois!]