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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Redes Sociais na hora do Trabalho. Pode?
Por serem ainda algo novo, as redes sociais levantam uma série de questões. Uma das dúvidas mais recorrentes é: até que ponto o que as pessoas escrevem em blogs e em sites como Facebook e Orkut pode ser monitorado e usado contra elas no ambiente de trabalho?
Um estudo divulgado pela consultoria em recursos humanos Acas aponta que muitos chefes têm a impressão de que os funcionários apresentam uma postura inadequada nas redes sociais. Contudo, o relatório aponta que as empresas não devem tentar controlar o que os profissionais escrevem na internet.
"Fazer um monitoramento pesado [do que os funcionários falam nas redes sociais] pode causar uma sensação ruim e consumir tempo", escreveu no relatório o CEO da Acas, John Taylor. "Um gestor não deveria seguir um empregado quando ele está no bar para checar o que ele ou ela diz aos amigos sobre seu dia de trabalho. Só porque é possível fazer isso online, não significa que deveria ser feito", acrescentou.
O especialista destaca no estudo, no entanto, que as empresas precisam criar políticas para assegurar que os funcionários não divulguem informações confidenciais ou que possam gerar algum problema para a organização. Baseado na perspectiva de que mais de 50% das pessoas hoje acessam redes sociais durante o horário de trabalho - seja por seus próprios equipamentos ou com os da empresa -, o ideal é conscientizar as pessoas do que elas devem, ou não, dizer nesses ambientes.
O conselho da Acas é que as corporações deveriam consultar sua equipe e os sindicatos para definir o que fazer ou não na internet e nas mídias sociais, deixando claro as consequências de ferir essa política. De acordo com a consultoria, ao discutir essas regras, os funcionários não se sentem censurados, ao mesmo tempo em que as empresas ficam um pouco mais seguras em relação ao vazamento de informações.
Para o CEO da Acas: "A conduta online não deveria ser diferente da conduta offline. Profissionais precisam assumir que tudo o que eles dizem na internet pode tornar-se algo público e deveriam pensar o que eles querem que seus colegas ou chefe leiam."
Por fim, Taylor destacou que as companhias exigem que seus profissionais estejam atualizados e as mídias sociais são, hoje em dia, uma importante ferramenta para isso. "As empresas precisam ter isso em mente", concluiu.
Fonte: Olhar Digital
[O que eu acho? Tudo demais faz mal!!! Então as empresas tem sim que liberar o acesso as Redes Sociais, mas os funcionários deverão ter consciência das suas responsabilidades e que estão á trabalho naquele momento... Portanto, use, mas não absuse. Rsrs]
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Errou no trabalho? F#deu!
Errar é humano. É a frase clichê de consolo quando uma pessoa falha. Mas o que é realmente recomendável fazer quando você se encontra em tal situação no ambiente de trabalho? E há uma melhor maneira de contar?
Para Edward Yang, professor do Master em Liderança e Gestão de Pessoas do MBA da FGV-SP, é importante que o profissional caracterize o erro. O que pode ser considerado uma falha e o que foi uma tentativa fracassada?
Quando você se encontra em uma posição em que os protocolos não são tão rígidos, em que seu trabalho não está ligado a produtividade e sim a um processo de criação, por exemplo, o erro foi uma tentativa. Foi uma forma de aprendizado.
Quando o erro é cometido por alguma desatenção e não por falta de treinamento ou instrução, aí cabe você se responsabilizar pelo seu ato.
e leva a demissão.Se você trabalha em determinadas condições, regras e metas, o erro gera uma consequência altíssima. Esse erro pode envolver desde risco de vida a risco negócio. Aí é uma situação em que as empresas determinam como erros graves
De acordo com os especialistas, a compreensão sobre o erro leva a uma solução mais rápida e sensata.
O que fazer?
Contar. Omitir jamais. Nunca relativize o problema, como se a falha não fosse acarretar em nenhuma consequência. Se você tiver consciência de como remediar o erro, corra atrás e resolva.
Independente se alguém sabe do que aconteceu ou não, a regra número um é contar. Expor o que aconteceu para os colegas e para empresa, demonstra maturidade. A experiência nos mostra que uma falha cria uma sucessão de erros, e que uma pessoa nunca comete um erro sozinha.Quando você assume uma tarefa, um projeto, você também já está assumindo as consequências, então você tem que honrar e ter postura.
Como contar?
Observe a política da companhia em casos de falhas. Quando a empresa e os chefes têm uma linha rígida e uma cultura mais conservadora, o risco da punição aumenta.
Por isso, Janaína Ferreira Alves, coordenadora acadêmica da pós-graduação do Ibmec – Rio de Janeiro e especialista em Gestão de Carreiras e de Pessoas, recomenda que o profissional fale primeiro com um ou dois colegas de trabalho confiáveis e que também sejam mais experientes. Essa atitude ajudará o profissional a planejar os próximos passos.
Assumir o erro é uma forma de estabelecer confiança com os colegas de trabalho e com a empresa. A sua credibilidade vai por água a baixo quando o erro é omitido e depois ele vem à tona. E, pior, nesses casos, a demissão por justa causa pode se tornar mais palpável – dependendo do grau da falha.
Conte de forma clara e objetiva e não se prenda às justificativas. É importante explicar o contexto em que gerou o erro. Mas mais importante do que isso: indique opções de solução. “Jamais vá sem ter uma solução. E se a solução depende de outras pessoas, avise previamente”, ensina Yang.
Fonte: info.abril.com.br
-----Mas também existe outra questão: Quais os tipos de punições para os erros? E qual a tolerância exigida por lei? Por exemplo: Você comprou uma passagem aérea, e por não ter conhecimento de uma determinada lei o passageiro não pôde embarcar. A culpa foi sua. Mas você que paga a passagem? Então para não correr o risco do erro você não tentará coisas novas?
Marcílio Guimarães
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