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domingo, 22 de janeiro de 2012

6 “pecados” que podem destruir sua carreira



A preguiça, a ganância, vaidade, inveja são alguns dos pecados capitais que devem ser evitadas a todo custo no ambiente de trabalho – mesmo que você não siga nenhuma religião. “Detectamos diariamente nas atitudes do profissional alguns pecados. Em alguns casos estes ficam mais marcados por um deslize comportamental do que por um erro técnico”, afirma Luiz Fernandes Visconte, sócio da Vicky Bloch Associados.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dicas para fazer um bom portfólio



Aqui vão alguma dicas de como apresentar um bom portfolio.

Para quem não conhece, o publicitário Eugênio Mohallem criou um Manual do Estágiário, é um guia e quase um dossiê de como montar um portfolio de arte para publicitário. O manual é tão bom que apesar de ser antigo, serve até hoje também para quem é designer ou quem já está no mercado a anos.
Se você não tiver paciência de ler (mas devia), aqui vão algumas dicas principais do que pode queimar seu filme no portfolio.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Qual é a formação ideal para trabalhar com Redes Sociais?


A crescente necessidade das empresas monitorarem as Redes Sociais e planejarem ações de Marketing para estes canais é uma oportunidade para os profissionais da área. Quem deseja se dedicar ao trabalho em sites como Orkut, Twitter e Facebook tem como perspectiva salários iniciais em torno de R$ 1.500,00, mas que podem chegar a R$ 12 mil, dependendo do cargo ocupado e do porte da empresa.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Os 30 segundos fatais para salvar sua imagem e tentar conquistar um cliente



No Brasil existem 5,1 milhões de empresas, desse total, 98% são micro e pequenas. E seu número não para de crescer. Mas para empreender com sucesso, além de dominar todos os aspectos do negócio, também é preciso dominar a linguagem e as regras de etiqueta do mundo empresarial.

Caio Sigaki, de 28 anos, logo notou a importância de seguir essas normas de comportamento, Foi há três anos, ao começar sua vida empresarial. Mais jovem entre os franqueados de uma rede de cursos profissionalizantes, conta que teve de se adaptar para ter mais credibilidade.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Profissionais de mídias sociais - Você já tem um na sua empresa?




As redes sociais já deixaram de ser ferramentas de diversão e entretenimento. No mundo corporativo, elas são meios de promoção de serviços e produtos, de captação da opinião dos consumidores e de integração de ideias. As empresas que se deram conta da importância dessas ferramentas estão se dando bem. E os profissionais que fizeram desses meios suas ferramentas de trabalho também.

Analista de redes sociais, profissional de mídias sociais, social media. São muitos os termos utilizados para denominar esse novo profissional que cresce no mercado, bem como são muitas as dúvidas de quem vê essa atuação de fora. Trabalhar com o Twitter, Facebook, Orkut e outras ferramentas de interação disponíveis na rede pode parecer fácil e irrelevante. Mas atuar nessa área exige discernimento para captar o que interessa, analisar informações e traçar estratégias.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Redes Sociais na hora do Trabalho. Pode?



Por serem ainda algo novo, as redes sociais levantam uma série de questões. Uma das dúvidas mais recorrentes é: até que ponto o que as pessoas escrevem em blogs e em sites como Facebook e Orkut pode ser monitorado e usado contra elas no ambiente de trabalho?

Um estudo divulgado pela consultoria em recursos humanos Acas aponta que muitos chefes têm a impressão de que os funcionários apresentam uma postura inadequada nas redes sociais. Contudo, o relatório aponta que as empresas não devem tentar controlar o que os profissionais escrevem na internet.

"Fazer um monitoramento pesado [do que os funcionários falam nas redes sociais] pode causar uma sensação ruim e consumir tempo", escreveu no relatório o CEO da Acas, John Taylor. "Um gestor não deveria seguir um empregado quando ele está no bar para checar o que ele ou ela diz aos amigos sobre seu dia de trabalho. Só porque é possível fazer isso online, não significa que deveria ser feito", acrescentou.

O especialista destaca no estudo, no entanto, que as empresas precisam criar políticas para assegurar que os funcionários não divulguem informações confidenciais ou que possam gerar algum problema para a organização. Baseado na perspectiva de que mais de 50% das pessoas hoje acessam redes sociais durante o horário de trabalho - seja por seus próprios equipamentos ou com os da empresa -, o ideal é conscientizar as pessoas do que elas devem, ou não, dizer nesses ambientes.

O conselho da Acas é que as corporações deveriam consultar sua equipe e os sindicatos para definir o que fazer ou não na internet e nas mídias sociais, deixando claro as consequências de ferir essa política. De acordo com a consultoria, ao discutir essas regras, os funcionários não se sentem censurados, ao mesmo tempo em que as empresas ficam um pouco mais seguras em relação ao vazamento de informações.

Para o CEO da Acas: "A conduta online não deveria ser diferente da conduta offline. Profissionais precisam assumir que tudo o que eles dizem na internet pode tornar-se algo público e deveriam pensar o que eles querem que seus colegas ou chefe leiam."

Por fim, Taylor destacou que as companhias exigem que seus profissionais estejam atualizados e as mídias sociais são, hoje em dia, uma importante ferramenta para isso. "As empresas precisam ter isso em mente", concluiu.



Fonte: Olhar Digital


[O que eu acho? Tudo demais faz mal!!! Então as empresas tem sim que liberar o acesso as Redes Sociais, mas os funcionários deverão ter consciência das suas responsabilidades e que estão á trabalho naquele momento... Portanto, use, mas não absuse. Rsrs]

terça-feira, 6 de setembro de 2011

MARKETING DIGITAL - Mercado em expansão gera demanda que não tem sido atendida


A rápida expansão do mercado digital nos últimos cinco anos é responsável pelo aumento da de manda por profissionais especializados na área. A alta procura por pessoas qualificadas, no entanto, não tem sido atendida. Sobram oportunidades e falta mão de obra capacitada para responder por um setor que recebe cada vez mais investimentos de Marketing.
O digital entra na estratégia das empresas, que aos poucos implementam departamentos exclusivos para ações on-line e oferecem salários que podem variar de R$ 2.000,00 a R$ 17.000,00. O crescimento da procura por profissionais especializados em Marketing Digital, entretanto, esbarra na ausência de uma formação acadêmica consolidada e na falta de experiência de mercado.
Com o setor aquecido, a tendência é que a procura aumente cada vez mais. “A demanda crescerá. Até 2008, o mercado estava estagnado, crescendo de forma orgânica. Com a explosão das redes sociais, as empresas despertaram para o meio digital”, acredita Romeo Bussarello, Diretor de Internet da Tecnisa, que desde 2008 conta com um departamento focado em Marketing Digital, em entrevista ao Mundo do Marketing.
 Investimentos em Marketing Digital crescem a cada ano
A expectativa de expansão ainda maior nos próximos anos é explicada pela alteração observada nos investimentos em Marketing Digital. Se por um lado o on-line passa a receber mais atenção das marcas, por outro, a verba destinada a canais off-line começa a sentir uma retração. “O mercado está em franca expansão no Brasil. Hoje, os investimentos em Marketing Digital representam cerca de 4%. Mas as empresas estão cada vez mais adotando essa estratégia e o dinheiro está migrando rapidamente para o digital”, diz Leandro Kenski (foto), CEO da agência Media Factory, em entrevista ao portal.
Segundo dados do Ibope, em 2009, os investimentos em Marketing Digital cresceram 25% e a expectativa para este ano é que este número seja de 30%. Diante desse cenário surgem carreiras em ascenção. Links patrocinados, ferramentas de buscas, redes sociais e métricas são algumas das oportunidades em voga para aqueles que desejam investir na área. Mas é necessário que os executivos de Marketing entendam a importância da integração entre a função desempenhada e o meio digital.
Seja lá qual for a área de atuação do profissional, ele deve conhecer muito de Marketing Digital, porque todos os canais tradicionais estão sendo influenciados pelo processo de digitalização. Não dá para isolar (o Marketing Digital) e achar que é algo paralelo”, explica Max Petrucci, CEO da Garage, em entrevista ao portal.
Demanda não é garantia de contratação
A lacuna observada na procura por profissionais é explicada justamente pelo crescimento rápido e recente do setor. “A situação do mercado digital não é muito diferente da situação da mão de obra para qualquer outro setor que esteja em transformação. Existe defasagem no processo de formação e de tempo de produção de conhecimento. O tempo que se leva para educar uma pessoa é mais lento do que o necessário, em termos de mercado” conta Marcos Felipe Magalhães, Diretor de Marketing da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), ao site.
Para aproveitar as op ortunidades oferecidas, o profissional deve ser inquieto e estar alinhado às novidades, além de aliar cursos acadêmicos à experiência que apenas o mercado pode oferecer. “A formação acadêmica ajuda, mas o que realmente forma as pessoas são as boas empresas, como Google e Apple. O Brasil, infelizmente, não é um pólo formador de tecnologia digital. Por isso, quando o profissional quer entrar em um mercado em formação, a melhor escola são as empresas com empreendedores, profissionais com quem você sabe que vai aprender”, acredita Petrucci, da Garage.
A necessidade de uma formação adequada é o principal indicativo de que a expansão do mercado e a busca crescente por novos profissionais não são garantias de contratação. Como toda carreira ligada à tecnologia, o Marketing Digital está sempre em transformação e evolução, o que exige profissionais atualizados constantemente. “A informação hoje em dia é muito perecível. Tudo o que é aprendido em qualquer curso está obsoleto depois de três anos. As pessoas precisam entender qual é a área de interesse delas e se atualizar permanentemente”, sugere Ana Maria Nubie (foto), Vice-Presidente de Atendimento da Agência Click, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Empresas devem manter profissionais
Outra iniciativa fundamental para quem deseja apostar no setor é manter-se presente em grupos de interesse, como redes sociais, associações profissionais e cursos, onde seja possível compartilhar o que está acontecendo na área. Além de ser uma boa forma de atualização, o contato com outras pessoas ajuda na hora de encontrar – e aproveitar – oportunidades.
“É fundamental ter em mente que devemos sempre ter pessoas com quem nos relacionar e que conheçam nosso potencial como profissionais, para quando uma oportunidade aparecer”, diz Ana. O perfil autodidata deste profissional faz com que apenas um currículo não seja suficiente na hora de conquistar seu espaço.
Por outro lado, também cabe às empresas manter este profissional satisfeito. É uma característica comum no meio digital encontrar a chamada Geração Y e, agora, Z, composta por mentes inquietas, que desejam o sucesso rápido e avessas à hierarquia. Por isso, é importante oferecer desafios e dar liberdade para que o profissional traga ideias, proporcionando um ambiente de aprendizado. Outro elemento fundamental é o prazer e a satisfação de fazer parte da equipe.
“É importante dar a possibilidade de que o profissional faça o que gosta. Não se pode ter uma estrutura muito rígida. O jovem não quer burocracia, quer colocar a mão na massa, é ansioso. O ambiente deve ser propício à criação”, afirma ao portal Allan Fonseca (foto), Diretor de Canais da Coelho da Fonseca, que criou a Diretoria de Canais em 2009, após constatar que 90% dos consumidores buscam imóveis na internet primeiro.


[Resumindo: para quem deseja ou já trabalha com Marketing Digital é muito importante você gostar muito de internet, de se relacionar com pessoas, de aprender coisas novas, de se atualizar, ser dinâmico!]

O que faz um profissional MARKETING digital???

Encontrei essa apresentação que resume bem o que um profissional de Marketing tem que ter....Marketing Digital: As competências do profissional de marketing para atuar no novíssimo contexto do marketing digital

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Comércio eletrônico não encontra profissionais qualificados


Mercado em expansão abre oportunidades para quem tiver uma visão geral do negócio


O aquecimento do comércio eletrônico brasileiro abre cada vez mais oportunidades para os profissionais. Hoje, no entanto, o mercado enfrenta o desafio de encontrar pessoas qualificadas para ocupar as vagas oferecidas, que pagam salários de até R$ 12 mil. As escolas tradicionais de graduação e formação profissional ainda não conseguem formar profissionais para atender a crescente demanda, deixando a tarefa a cargo das empresas.
Manter a sustentabilidade do negócio é outra dificuldade para os varejistas na internet. De acordo com uma pesquisa realizada pela Ecommerce School, entre janeiro e agosto de 2011, há 23 mil lojas virtuais no Brasil. Mas, deste total, apesar do crescimento de 24%  das vendas do e-commerce no primeiro semestre de 2011, em relação ao mesmo período anterior, de acordo com a e-bit, apenas 30% estão ativas, ou seja, investem em divulgação e realizam ao menos 10 vendas por mês. A estimativa é que, até 2014, o número chegue a 45 mil e a proporção de lojas ativas se mantenha.
Entre os principais obstáculos para o desenvolvimento ainda maior dos varejistas virtuais estão a falta de conhecimento e planejamento. “Um grande erro é a escolha da plataforma, que deve caber no orçamento e não gerar um custo fixo elevado. Hoje há desde opções gratuitas, até as que custam R$ 200 mil. Saber definir é fundamental para o sucesso”, conta Mauricio Salvador, fundador, coordenador e sócio da Ecommerce School, em entrevista ao portal, lembrando que é possível abrir uma loja online com menos de R$ 50,00 por mês.
Empreendedorismo domina o e-commerce brasileiro
Seguindo a perspectiva de 45 mil lojas em funcionamento até 2014, a previsão é que sejam gerados 34 mil empregos diretos e mais 50 mil indiretos no comércio eletrônico nacional no período. Entre os postos abertos há oportunidades para praticamente todas as áreas de atuação em Marketing, comunicação e vendas, como diretores, gerentes, assistentes de e-commerce, analistas de métricas, links patrocinados, SEO, fotógrafos, designers, gerentes e analistas de Marketing Digital.
“O próprio Google vem criando profissões, como analistas de métricas, de SEO e de links patrocinados. Já os profissionais especializados em experiência do usuário são importantes, para gerar conteúdo, fotos e vídeos online”, ressalta Salvador. A expansão das mídias sociais também demandará cada vez mais cargos específicos. Caso de gerentes, coordenadores e assistentes de mídias sociais, assim como diretores e coordenadores de conteúdo.
Mas, apesar do aumento de oportunidades oferecidas, o empreendedorismo impera no varejo eletrônico brasileiro e a baixa barreira financeira de entrada faz com que muitas pessoas abram lojas virtuais para revender produtos. Segundo o levantamento, 50% dos 282 profissionais de e-commerce entrevistados, em parceria com a e-bit, afirmaram ser sócio-proprietários das empresas.
Indicações são meio mais efetivo para contratação
O cenário de empreendedorismo também pode ser explicado pela dificuldade em encontrar mão de obra qualificada. A maioria dos pesquisados (79%) afirmou que os profissionais não atendiam a todas as habilidades necessárias, enquanto 22% não sabiam onde encontrar currículos específicos. Para 20%, os salários pedidos eram mais altos do que poderiam oferecer e 9% dos candidatos já estavam empregados em outra empresa.
O profissional de e-commerce precisa ter uma visão geral do negócio e entender de tudo um pouco, desde a parte comercial, até a financeira, de operação e logística. Há muitos profissionais focados em apenas um assunto e as empresas acabam tendo de desenvolver outras habilidades nestas pessoas. Hoje, todos os profissionais de e-commerce em nível gerencial médio estão empregados, o que acaba gerando uma rotatividade no mercado”, conta o executivo da Ecommerce School.
Na hora de prospectar profissionais, as indicações ainda são o meio mais efetivo. Dos executivos que contrataram nos últimos seis meses, 64% chegaram aos candidatos por meio de amigos, parentes ou colegas de trabalho. As redes sociais vêm apresentando uma importância crescente: 11% encontraram os profissionais por meio de sites como LinkedIn e Twitter.
Salários acima de R$ 5 mil
Com o alto índice de rotatividade no mercado, a solução para manter um funcionário são os bônus mais agressivos no atingimento de metas, principalmente no caso de empresas de médio e grande portes. A pesquisa indicou que 21% dos profissionais de e-commerce recebem entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, 19% entre R$ 5 mil e R$ 8 mil, 7% de R$ 8 mil a R$ 12 mil e 8% acima de R$ 12 mil. A maior parte (28%), no entanto, recebe entre R$ 1 mil e R$ 3 mil e 5% chegam a ganhar menos de R$ 1 mil.
Em relação ao grau de entendimento dos gerentes de e-commerce, o atendimento ao cliente é a atividade mais dominada pelos profissionais, com 21% tendo afirmado ter “muito conhecimento”. Em seguida, aparecem técnicas de vendas (20%) e Marketing Digital (19%). O atendimento também é considerado como uma atividade prioritária para quem deseja trabalhar como gerente de e-commerce, citado por 79% como “muito importante” e 14% como “importante”.
“Os profissionais de e-commerce consideram muito importante ter conhecimentos no atendimento ao cliente e no Marketing Digital. Por outro lado, quando avaliamos as atividades que mais conheciam, a parte de expedição, logística e gestão financeira mostrou-se uma fraqueza, o que acaba se refletindo no mundo real. Hoje, o maior índice de reclamações no e-commerce é por causa de logística”, lembra Salvador, autor do livro “Como abrir uma loja virtual de sucesso”.