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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

MARKETING DE CONTEÚDO - Primeiro seu consumidor, depois você.


As mídias sociais possibilitaram um consumo de conteúdo de forma diversificada para apuração das críticas das marcas.Com essa participação mais engajada dos consumidores através dos meios digitais, as propagandas tradicionais não funcionam como antigamente. Enquanto as propagandas aparecem de forma interrupta, o marketing de conteúdo busca a permissão, gerando respeito e confiança.
Como definição, o marketing de conteúdo é a criação e compartilhamento de conteúdo com a finalidade de engajar atuais e potenciais bases de consumo. As empresas devem se empenhar em achar meios de atrair a atenção dos clientes por conteúdos diversificados, entrando na vida do consumidor de forma integrada, despertando emoções e sentimentos positivos pelas marcas. [ou seja, conversando com o consumidor. Dando a ele o que ele precisa, além dos seus produtos/serviços]
Para ser eficaz, não se pode concentrar apenas sobre os benefícios do produto ou serviço, mas sim em compartilhar os negócios e as melhores práticas no setor. Isso aumenta a credibilidade entre os clientes, construindo confiança e um melhor relacionamento.
As estratégias de conteúdo ajudam a divulgar a marca de um jeito diferente, sem interrupções ou intrusões aos usuários, através do marketing baseado na permissão. Possibilita um relacionamento aberto e duradouro com os consumidores de informação.
Essas definições são importantes para entender que o conteúdo é essencial para manter as relações nas mídias sociais, e estabelecer vínculos entre consumidor e marca. Através do conteúdo é possível utilizar estratégias de marketing eficazes para atingir os clientes de uma empresa de forma permissiva.
Fonte: ProXXIma
[É bem o que venho falando. Conheça seu consumidor primeiro, espione (com muito cuidado) a vida e hábitos dele. Ofereça conteúdo, coisas relevantes, que sejam do interesse do seu consumidor, não do seu. Pronto. Confiança e relação estabelecidos? Fale um pouco(um pouco) de você.]
Marcílio Guimarães

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

5 Dicas para produzir um bom CONTEÚDO na internet



O design e usabilidade de uma página na web definitivamente ajudam a atrair novos visitantes, mas o conteúdo sempre é o carro chefe, afinal, um conteúdo de qualidade  faz parte de qualquer boa estratégia online. Essas 5 dicas a seguir vão apresentar algumas ideias para aprimorar o seu conteúdo e manter seus leitores interessados:
1. Conhecer sua audiência – é muito importante conhecer sua audiência. Para ser verdadeiramente eficaz, devemos ter uma compreensão real do nosso público-alvo. Quais são seus interesses? Que tipo de linguagem é a mais adequada? O principal motivo por que devemos saber quem é nosso público é avaliar a estratégia. Se nenhum dos visitantes são os leitores que você está tentando alcançar, então precisa dar uma boa olhada em sua estratégia de marketing.
2. Saiba do que está falando – A Internet está cheia de especulações e boatos. É difícil escrever sobre algo que você não conhece. As pessoas que escrevem sobre determinado assunto devem possuir domínio sobre o mesmo. Se você está apenas começando o caminho de se tornar um especialista, blog sobre isso. Leia muito e escreva sobre o que você aprendeu.
3. Produza informações valiosas – As pessoas estão mais ocupadas do que nunca, elas não têm tempo a perder com algo repetitivo e que não agregue valor ao seu dia-dia. Produzir conteúdo valioso é uma arte, mas exige cuidado e, sobretudo, bom senso. Se pergunte qual é o valor do seu post para os leitores e foque na objetividade e resolução de problemas.
4. Mantenha os textos curtos e simples – Em uma era onde a velocidade define a vida das pessoas, a simplicidade deve ser a marca do seu conteúdo. Nos primeiros 10 minutos sabemos se um filme é bom ou não. Comece com uma ou duas frases e vá direto ao assunto, dando uma idéia geral do que os leitores irão encontrar no post se continuarem lendo. Você pode ter uma ótima ideia para um post, mas se a essência estiver no final, então muitas pessoas simplesmente não vão se interessar.
5. Facilite a leitura – A maioria das pessoas lê textos online através de palavras ou frases individuais, títulos e outras indicações visuais. As pessoas movimentam os olhos com mais velocidade ao ler os textos na web do que ao lê-los em papel. Estudos têm mostrado que a leitura de uma tela é mais cansativa e, portanto, cerca de 25% mais lenta que a leitura no papel. Seu conteúdo deve ser compatível com o mapeamento da página feito pelos leitores.
[Realmente não adianta nada ter um site se ele não acrescenta nada as pessoas. Tenha um conteúdo relevante, importante, atual e assim as pessoas terão seu site como referência de informação e você terá credibilidade.]

Alguém entra no seu Site? Converse com seu consumidor. Otimize seu site. - SEO

A navegabilidade e o acompanhamento das métricas na web são a chave do sucesso para os negócios online.





A aproximação com o público-alvo é fator fundamental para ter sucesso nos negócios. Hoje em dia, estar perto dos consumidores é sinônimo de estar na internet. Com todo seu alcance e possibilidades, a rede se tornou uma importante aliada na hora de fazer negócio. Por meio dela, produtos e serviços chegam aos clientes com agilidade, além de funcionar como uma ferramenta de interação.
[Cada vez mais o foco se volta ao consumidor. Em descobrir o que ele quer. Em estar presente na vida dele. E traze-lo para dentro da empresa e fazer parte da sua família]


No entanto, estar presente no ambiente virtual não significa somente ter um site no ar. É preciso investimento para garantir o retorno esperado. O primeiro passo para que um site atraia e fidelize novos clientes é apostar em conteúdos consistentes, design atrativo e fácil navegação.


Segundo Cristiano Calamonaci, vice-presidente da Apadi (Associação Paulista das Agências Digitais), para tornar o site mais atraente é preciso ter em mente que o grande protagonista é o conteúdo, que deve ser relevante, atualizado e dinâmico.


“Atrelado ao conteúdo, é necessário desenvolver conceitos de usabilidade, como verificar se o site é de fácil navegação, com redução no número de cliques, por exemplo, além de clareza na arquitetura da informação”, aponta ele.


Cada site tem seu perfil próprio, com público direcionado e faixas etárias estabelecidas, porém, seja para crianças ou adultos, ele precisa de simplicidade e rapidez. “Na internet, a primeira impressão é a que fica. Websites poluídos, com informação repetida ou com problemas de visualização nas imagens pode limitar o retorno desse usuário”, indica Calamonaci.


Mecanismos de busca


Além do cuidado com o conteúdo e a navegabilidade, é possível otimizar o site para mecanismos de busca. O serviço conhecido como SEO (Search Engine Optimization), baseia-se em uma série de técnicas que melhoram o posicionamento na busca orgânica de sites de pesquisa como o Google.


Esses buscadores pesquisam as páginas por relevância (títulos das páginas, endereço de arquivo, domínio, entre outros) e quanto melhor trabalhado for o conteúdo, mais destaque e melhor visibilidade nas buscas.


Marcelo Fernandes, gerente de marca e comunicação da Intel Brasil, valida a importância do trabalho de SEO. “De acordo com nossas pesquisas, cerca de 98% dos consumidores pesquisam na rede antes de comprar seu computador. Desse percentual, mais de 70% se baseia em opiniões expressas em mídias sociais. Dessa forma, facilitar a busca por informações sobre nossos produtos impacta diretamente no resultado financeiro da companhia”, diz ele.


Se considerar que um grande percentual dos visitantes de um novo site vem da busca orgânica, o SEO torna-se uma eficiente ferramenta de marketing, viabilizando o tráfego qualitativo.


Os sistemas de métrica são vários: número de usuários, page views, páginas mais visitadas, aumento dos usuários únicos, tempo de permanência, entre outros. O mais importante é definir quais são os objetivos atrelados às ações na internet. Se o foco está na geração de dinheiro, tão importante quanto aparecer, o site precisa vender.


“Consideramos retorno a quantidade de vendas a mais e o lucro conseguido com as campanhas online. Sendo assim, o sucesso é avaliado por meio da aplicação de uma correlação entre as métricas digitais e o que entra de dinheiro na empresa”, explica Mario Faria, professor de Marketing e Estratégia da BSP (Business School São Paulo).


Fonte: HSM

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Marketing de Conteúdo e Merchandising de Qualidade


Ontem mesmo eu fiquei pensando na qualidade dos Merchandising que são exibidos nos programas de TV. Nunca assisto estes Reality Shows que são exibidos no Brasil, como A Fazenda e Big Brother. E ontem na casa da minha noiva tive a oportunidade de assistir a alguns minutos de A Fazenda, quando estava acontecendo uma gincana com um Chip da Claro. Fiquei horrorizado com a forma explicita e de falta de conteúdo que a marca foi exibida. Será que ainda funciona colocar o apresentador falando que usa o produto e recomenda? Será que vale apena mostrar o logo em diversos locais? 


Coincidentemente vi esta matéria hoje:


Não é de hoje que eu defendo que a principal estratégia de marketing digital é o conteúdo. Se o mercado tem como premissa ter conceitos a seguir como “relevância”, “engajamento”, “relacionamento” e “presença digital”, afirmo que nenhuma delas será um sucesso sem conteúdo. Ou alguém acredita que uma pessoa vá seguir um Twitter parado ou uma comunidade no Facebook entregue “as moscas”? Eu não acredito. 



Esse conceito pode ser visto de várias formas. Um publieditorial pode ser considerado marketing de conteúdo? Na minha visão sim. Um programa de TV de uma marca pode entrar nesse conceito? Acredito que sim também, afinal, esse conceito nada mais é do que gerar conteúdo relevante da marca e expor ao consumidor de forma diferente a propaganda. Publieditorial, por exemplo, é muito usado em revistas como “Informe Publicitário” que na minha visão trata-se de uma propaganda com “cara” de informativo, de matéria jornalística.


Uma tendência que tem aparecido no Brasil de forma até tímida, mas que acredito seja uma das ações que podem ser bastante usadas nos próximos anos é a parceria de marcas com canais de TV fazendo programas onde as marcas são inseridas no contexto. Não se trata daquele merchandising usado em programas de fofoca da tarde não ou daquela cena da novela em que a personagem resolve tirar dinheiro e vai a uma agência do banco X. Trata-se de um programa inteiro sobre um assunto onde uma marca está no contexto da história, uma propaganda que não é incomoda e mostra o produto sendo usado. Experiência de produto.


Recentemente um caso foi bem comentado no Brasil. Trata-se da parceria da Land Rover com o canal de TV a cabo Discovery. O canal tem diversos programas sobre viagens ao redor do planeta. Com o tema “A gente vive de contar histórias” o programa rodou algumas cidades brasileiras a bordo de um carro da marca. Não tinha “descaradamente” uma propaganda do carro durante o programa, mas na 1h de duração, o carro aparecia diversas vezes mostrando o seu conceito aventureiro.

Outro recente caso é da Camargo Correia e o canal Discovery também. Apoiado em programas como “Grandes Construções” a marca quer estar presente nos programas do Brasil mostrando que ela ajuda no desenvolvimento do país com suas construções que trazem progresso e empregos. O pode ser uma nova forma das marcas anunciarem. O comercial de 30 segundos não é mais tão efetivo como há alguns anos atrás, as pessoas estão cada vez mais em diversas mídias e querendo consumir conteúdo. Fonte



Marcílio guimarães