terça-feira, 6 de setembro de 2011

Como montar seu Planejamento de Marketing Digital???

Encontrei esta apresentação de Slides com dicas de como preparar seu Planejamento de Marketing Digital. Vale a pena dar uma conferida!

Palestra: Planejamento Estratégico Digital


Aqui em baixo está o resumo, ou modelo, de como você deve montar o seu Planejamento de Marketing Digital:

O que faz um profissional MARKETING digital???

Encontrei essa apresentação que resume bem o que um profissional de Marketing tem que ter....Marketing Digital: As competências do profissional de marketing para atuar no novíssimo contexto do marketing digital

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

5 Dicas para produzir um bom CONTEÚDO na internet



O design e usabilidade de uma página na web definitivamente ajudam a atrair novos visitantes, mas o conteúdo sempre é o carro chefe, afinal, um conteúdo de qualidade  faz parte de qualquer boa estratégia online. Essas 5 dicas a seguir vão apresentar algumas ideias para aprimorar o seu conteúdo e manter seus leitores interessados:
1. Conhecer sua audiência – é muito importante conhecer sua audiência. Para ser verdadeiramente eficaz, devemos ter uma compreensão real do nosso público-alvo. Quais são seus interesses? Que tipo de linguagem é a mais adequada? O principal motivo por que devemos saber quem é nosso público é avaliar a estratégia. Se nenhum dos visitantes são os leitores que você está tentando alcançar, então precisa dar uma boa olhada em sua estratégia de marketing.
2. Saiba do que está falando – A Internet está cheia de especulações e boatos. É difícil escrever sobre algo que você não conhece. As pessoas que escrevem sobre determinado assunto devem possuir domínio sobre o mesmo. Se você está apenas começando o caminho de se tornar um especialista, blog sobre isso. Leia muito e escreva sobre o que você aprendeu.
3. Produza informações valiosas – As pessoas estão mais ocupadas do que nunca, elas não têm tempo a perder com algo repetitivo e que não agregue valor ao seu dia-dia. Produzir conteúdo valioso é uma arte, mas exige cuidado e, sobretudo, bom senso. Se pergunte qual é o valor do seu post para os leitores e foque na objetividade e resolução de problemas.
4. Mantenha os textos curtos e simples – Em uma era onde a velocidade define a vida das pessoas, a simplicidade deve ser a marca do seu conteúdo. Nos primeiros 10 minutos sabemos se um filme é bom ou não. Comece com uma ou duas frases e vá direto ao assunto, dando uma idéia geral do que os leitores irão encontrar no post se continuarem lendo. Você pode ter uma ótima ideia para um post, mas se a essência estiver no final, então muitas pessoas simplesmente não vão se interessar.
5. Facilite a leitura – A maioria das pessoas lê textos online através de palavras ou frases individuais, títulos e outras indicações visuais. As pessoas movimentam os olhos com mais velocidade ao ler os textos na web do que ao lê-los em papel. Estudos têm mostrado que a leitura de uma tela é mais cansativa e, portanto, cerca de 25% mais lenta que a leitura no papel. Seu conteúdo deve ser compatível com o mapeamento da página feito pelos leitores.
[Realmente não adianta nada ter um site se ele não acrescenta nada as pessoas. Tenha um conteúdo relevante, importante, atual e assim as pessoas terão seu site como referência de informação e você terá credibilidade.]

Alguém entra no seu Site? Converse com seu consumidor. Otimize seu site. - SEO

A navegabilidade e o acompanhamento das métricas na web são a chave do sucesso para os negócios online.





A aproximação com o público-alvo é fator fundamental para ter sucesso nos negócios. Hoje em dia, estar perto dos consumidores é sinônimo de estar na internet. Com todo seu alcance e possibilidades, a rede se tornou uma importante aliada na hora de fazer negócio. Por meio dela, produtos e serviços chegam aos clientes com agilidade, além de funcionar como uma ferramenta de interação.
[Cada vez mais o foco se volta ao consumidor. Em descobrir o que ele quer. Em estar presente na vida dele. E traze-lo para dentro da empresa e fazer parte da sua família]


No entanto, estar presente no ambiente virtual não significa somente ter um site no ar. É preciso investimento para garantir o retorno esperado. O primeiro passo para que um site atraia e fidelize novos clientes é apostar em conteúdos consistentes, design atrativo e fácil navegação.


Segundo Cristiano Calamonaci, vice-presidente da Apadi (Associação Paulista das Agências Digitais), para tornar o site mais atraente é preciso ter em mente que o grande protagonista é o conteúdo, que deve ser relevante, atualizado e dinâmico.


“Atrelado ao conteúdo, é necessário desenvolver conceitos de usabilidade, como verificar se o site é de fácil navegação, com redução no número de cliques, por exemplo, além de clareza na arquitetura da informação”, aponta ele.


Cada site tem seu perfil próprio, com público direcionado e faixas etárias estabelecidas, porém, seja para crianças ou adultos, ele precisa de simplicidade e rapidez. “Na internet, a primeira impressão é a que fica. Websites poluídos, com informação repetida ou com problemas de visualização nas imagens pode limitar o retorno desse usuário”, indica Calamonaci.


Mecanismos de busca


Além do cuidado com o conteúdo e a navegabilidade, é possível otimizar o site para mecanismos de busca. O serviço conhecido como SEO (Search Engine Optimization), baseia-se em uma série de técnicas que melhoram o posicionamento na busca orgânica de sites de pesquisa como o Google.


Esses buscadores pesquisam as páginas por relevância (títulos das páginas, endereço de arquivo, domínio, entre outros) e quanto melhor trabalhado for o conteúdo, mais destaque e melhor visibilidade nas buscas.


Marcelo Fernandes, gerente de marca e comunicação da Intel Brasil, valida a importância do trabalho de SEO. “De acordo com nossas pesquisas, cerca de 98% dos consumidores pesquisam na rede antes de comprar seu computador. Desse percentual, mais de 70% se baseia em opiniões expressas em mídias sociais. Dessa forma, facilitar a busca por informações sobre nossos produtos impacta diretamente no resultado financeiro da companhia”, diz ele.


Se considerar que um grande percentual dos visitantes de um novo site vem da busca orgânica, o SEO torna-se uma eficiente ferramenta de marketing, viabilizando o tráfego qualitativo.


Os sistemas de métrica são vários: número de usuários, page views, páginas mais visitadas, aumento dos usuários únicos, tempo de permanência, entre outros. O mais importante é definir quais são os objetivos atrelados às ações na internet. Se o foco está na geração de dinheiro, tão importante quanto aparecer, o site precisa vender.


“Consideramos retorno a quantidade de vendas a mais e o lucro conseguido com as campanhas online. Sendo assim, o sucesso é avaliado por meio da aplicação de uma correlação entre as métricas digitais e o que entra de dinheiro na empresa”, explica Mario Faria, professor de Marketing e Estratégia da BSP (Business School São Paulo).


Fonte: HSM

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Arquitetura de informação, que diabo é isso?





O grande desafio é convencer a alta administração das empresas a investir tempo e dinheiro em pesquisas para o embasamento de uma sólida estratégia de Arquitetura de Informação.


De acordo com os gurus Louis Rosenfeld e Peter Morville, o desenho (e o redesenho) de sites complexos deve ser precedido de pesquisas para gerar um sólido planejamento estratégico de Arquitetura de Informação. Com as pesquisas, visaremos a conhecer os objetivos do negócio, dos usuários, assim como a ecologia informacional da organização.


Infelizmente, no mundo profissional atual, realizar pesquisas é fato incomum. Em muitas empresas, a simples pronúncia da palavra “pesquisa” gera arrepios e imediatas reações de resistência:




– Pesquisas?! Nós não temos tempo nem dinheiro para isso!
– Já sabemos tudo o que queremos.
– Nós já fizemos as pesquisas.
– Você está louco?!


Apesar de haver razões por trás desses argumentos, o arquiteto de informação deve encontrar a maneira ideal de comunicar à organização a importância de desenvolver pesquisas em AI.


Em primeiro lugar, as pesquisas vão requerer um belo quadro conceitual do ambiente no qual a informação é produzida e, através do qual, pretende–se que chegue ao usuário final. Para isso, podemos nos guiar pela figura, que apresenta um modelo de abordagem equilibrada, com as três dimensões da AI:


Contexto. É crítico começar com um entendimento claro sobre os objetivos da empresa e sobre o seu ambiente político. Ignorar o contexto e a realidade empresarial do negócio é tão preocupante quanto ignorar os próprios usuários. É lógico que o objetivo é o “projeto centrado no usuário” e não o “projeto centrado no executivo”, mas também é importante adotar um equilíbrio político e diplomático adequado para chegar a um bom termo.


Para alcançar esse equilíbrio, deve–se considerar fatores como a cultura organizacional, os objetivos de curto e de longo prazos, o plano de negócios, os aspectos financeiros, os recursos humanos, a visão dos formadores de opinião e dos stakeholders, os prazos e a infra–estrutura tecnológica. Esses serão os fatores críticos para o sucesso da AI.


Conteúdo. A compreensão com o conteúdo é ultranecessária. O conteúdo de um web site dos grandes poderá incluir documentos, bancos de dados, metadados, tabelas, aplicativos online, serviços, imagens, arquivos de áudio e vídeo, animações, páginas pessoais, mensagens e demais conteúdos atuais e futuros.


Usuários. Esta é a dimensão fundamental. Segundo Deborah Mayhew, o princípio fundamental do projeto de interfaces – do qual derivam todos os outros princípios – é conhecer os usuários. Não há por que não considerarmos que este princípio se estende a toda a Arquitetura de Informação. Para a autora, o erro comum dos desenvolvedores de interfaces seria fazer duas pressuposições: primeiro, que todos os usuários são iguais; segundo, que todos os usuários são iguais ao próprio desenvolvedor.


Com o objetivo de conhecer os usuários, nenhuma abordagem única de pesquisa será suficiente. Captar necessidades, prioridades, comportamentos, modelos mentais e estratégias de busca de informações representa um desafio multidimensional, que pode envolver diferentes técnicas. Essa fase da pesquisa é a que investigará tanto as audiências como as tarefas, as necessidades, os comportamentos, as experiências e o vocabulário dos usuários.


Na definição de amostras de participantes  da pesquisa, deve–se estabelecer o balanceamento entre a visão tradicional da organização sobre quem são os seus clientes (por exemplo: empresários, jornalistas, administradores públicos, legisladores etc.) e as categorias que interessam à AI (exemplos: usuários experientes ou não em tecnologia, usuários de diferentes níveis educacionais e culturais, jovens, idosos, deficientes etc.)


Para finalizar, vamos ressaltar o grande desafio da AI. No mundo atual dos negócios – competitivo e acelerado –, por vezes torna–se difícil convencer a alta administração das empresas a investir tempo em pesquisas para o embasamento de uma sólida estratégia de Arquitetura. É por isso que, segundo Rosenfeld e Morville, muitos administradores ainda confundem o que os usuários querem com o que seus chefes querem, e o que eles pensam que os usuários querem com o que os usuários realmente querem.




Fonte: [Webinsider]